Estrela do Mar e Cavalo Marinho

É melhor ser feliz do que ter razão!



Sábado, Novembro 28, 2009

15 boas razões para se ter um jardim:

Por que as pessoas querem jardins????

1. Para criar interesse em um local específico

2. Para realçar algum aspecto da paisagem

3. Para definir espaço

4. Para cortar e secar flores

5. Para aumetar o valor da propriedade

6. Por causa das fragâncias

7. Para relaxar

8. Para atrair pássaros, borboletas e outros tipos de animais silvestres

9. Para reunir plantas de determinada cor

10. Para encobrir defeitos e objetos visualmente desagradáveis


11.Para melhorar a autoestima

12.Para as crianças aprederem sobre a natureza

13. Para uso culinário

14. Para controle da erosão

15. Para ter satisfação de verem as plantas crescerem

Extraído do livro: É fácil construir um jardim de Janet Macunovich, editora Nobel


Eu tenho mais alguns motivos!!


para receber os amigos nas noites de lua cheia, um sarau!


Para fazer refeições saudáveis e agradáveis!


Para fazer refeições agradáveis e começar os dias bem!


Para reciclar, revitalizar...


Para apreciar o fim de tarde namorando ou lendo!


Para se sentir seguro, protegendo a vida e o planeta.

E eu poderia arrumar mais vários outros motivos, pois, a cada imagem tenho diversos motivos pelos quais quero cada vez mais me dedicar ao verde, ao cultivo de boas energias, plantas, flores, amigos sinceros, um degrau a cada dia rumo à qualidade de vida, rumo ao equilíbrio entre a humana e a irracional mulher e natureza em harmonia com o ambiente e as pessoas que me cercam!


Inconscientemente eu já sabia, mas a convivência com jardins e depois de me apaixonar por flores, há algum tempo isso fica mais claro, mais incutido na minha personalidade...

Bom final de semana!

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 1:30 AM


Sábado, Novembro 21, 2009

Um cafézinho expresso e eu resolvi colocar em dia minhas postagens atrasadas...

Há tempos eu pretendo postar esta crítica...

Lá vai:



Crítica

Empolgada pela leitura de 9 livros no ano passado, em 2009 eu me empenhei em chegar nos 12 livros, completando a meta de ler um livro por mês, já consegui me superar lendo 15 e talvez consiga chegar em Dezembro tendo lido 18 títulos.
Na lista deste ano tenho o best seller “Comer, rezar, amar”, da jornalista Elizabeth Gilberth.
Que conta a história de uma mulher que estava infeliz, e resolve virar o jogo e partir em busca de si mesma.
Na Itália se dedica à gula, na Índia ela parte para uma viagem de desenvolvimento espiritual e quando foi à Indonésia apaixona-se inesperadamente por um brasileiro radicado em Bali.
Mesmo tendo vendido 5 milhões de exemplares pelo glogo, não considerei um best seller.

Como de costume, devorei o livro, e ao término, numa viagem de trabalho vi uma crítica na revista da Cia Aérea de um título chamado “Beber, jogar e foder”. Escrito pelo publicitário Andrew Gottlieb.
Com um roteiro satírico e similar: um publicitário recém separado, com muitas dúvidas da vida que deseja levar resolve ir encher a cara na Irlanda, Jogar muito em Las Vegas e renovar sua energia sexual na Tailândia.
Quando vi o título do livro, achei curioso, pela paródia despudorada e pela distinção sexista.
Na volta de Curitiba para Sampa, o encontrei no aeroporto e claro, comprei!
O livro, não deve ser levado a sério. Há que se encarar com bom humor, e é extremamente oportunista.

Não é o único, existem várias outras publicações oportunistas.

Depois do sucesso de “Marley & eu”, foram editados diversos livros contando as memórias e aventuras dos respectivos donos com outros bichos....

Todo mundo querendo faturar na cauda do sucesso alheio.


[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 11:18 PM


Chuva no Brejo.
Marisa Monte


Olha como a chuva cai
E molha a folha aqui na telha
Faz um som assim
Um barulhinho bom

Faz um som assim
Um barulhinho bom

Água nova
Vida veio ver-te
Voa passarinho
No teu canto canta
Antiga cantiga

No teu canto canta
Antiga cantiga





Um cheiro bom dessa chuva, que cai e faz um barulhinho bom!

Bom final de semana aos navegantes

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 10:22 PM


Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Olha, depois de tempos sem ter boas novidades, ou sem conseguir postar, eu achei realmente algo que valesse a pena:


A carretinha inspirada no Opera House de Sydnei


Design do Belga Axel Enthoven


Premiado, claro!


Confortável

E....

Lindo!

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 9:48 PM


Domingo, Julho 19, 2009



Bom programinha de final de semana... grátis!

Logo eu que adoro a cultura francesa, ser avisada de um espetáculo surrealista, circense, gratuito em Sampa?! Não poderia e nem iria perder não é mesmo?

Pois fomos nós curtir uma das comemorações do "Ano da França no Brasil" no parque da independência no ipiranga, valeu muito a pena.

Eram alguns carros, tipo alegóricos com artistas pintados tocando chilofones e outros instrumentos de percussão, outros carros tinham dançarinos pendurados interagindo com a população... literalmente interagindo porque eles passavam no meio do povo, descendo em direção a um palco diferente.

De repente fomos surpreendidos por um móbile humano, muito lindo!

No inverno que estamos passando, assustados pela tal gripe A achei até que tinha bastante gente lá!



Eles que já tem mais de 25 anos de estrada, agora nos mostraram o espetáculo Os Reis Preguiçosos, e quando eu souber que estarão por aqui, os verei, certamente!

Boa semana a todos!!!!!!!


[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 9:43 PM


Segunda-feira, Julho 13, 2009


Viva a sociedade alternativa! Viva, vivaaaa!
E viva o Rock!

Apesar de longa, a história abaixo traça uma linha do tempo bem bacana sobre esse estilo tão familiar!

Vale a pena ler!



Rock é um termo abrangente para definir gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1960. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o gospel, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa"
No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".[2]

Rock and roll
O Rock and roll surgiu nos Estados Unidos da América no final da anos 1940 e início da década de 1950 e rapidamente se espalhou para o resto do mundo. Suas origens imediatas remontam em uma mistura entre vários gêneros musicais populares naquele momento, incluindo o rhythm and blues, a gospel music, o country e o western. Em 1951, na cidade de Cleveland (no Estado do Ohio), o discotecário Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma platéia multi-racial e a ele é creditado a primeira utilização da expressão "rock and roll" para descrever a música.
Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos e mundiais. Muito além de um simples estilo musical, o rock and roll influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem.. Nos anos 60 surgiu o som da Motown. De 1961 a 1971, havia 110 músicas da gravadora na listas das 10 mais tocadas, e artistas como Stevie Wonder, Marvin Gaye, The Supremes, The Four Tops, e The Jackson 5, todos gravaram na Motown. Todos os cinco artistas da Motown foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame.

Rock britânico e Invasão Britânica
No Reino Unido, o movimento trad jazz levou muitos artistas do blues a visitar o país. Enquanto estava desenvolvendo o Concorde, o sucesso "Rock Island Line", de Lonnie Donegan, em 1955, foi a principal influência e ajudou a desenvolver uma nova tendência de grupos musicais de skiffle em todo a Grã-Bretanha, incluindo os Beatles. Foi em solo britâncio que se desenvolveu uma grande cena rock and roll, sem as barreiras raciais que mantiveram a "gravações de raça" ou rhythm and blues separados nos Estados Unidos.
Até o final de 1962, a cena do rock britânico tinha ganhado grupos como Beatles debruçados sobre um vasto leque de influências que incluiam a soul music, o rhythm and blues e a surf music. Perto do final da década, grupos de rock britânico começaram a explorar estilos musicais psicodélicos que faziam referência a subcultura das drogas e experiências alucinógenas.

Garage rock
A Invasão Britânica gerou uma onda de imitadores que tocavam principalmente para audiências locais e fizeram gravações baratas,que mais tarde seria chamado de "garage rock" (rock de garagem).

Surf music
O rockabilly influenciou um som selvagem e principalmente instrumental chamado surf music - apesar da cultura surf se considerar concorrente da cultura juvenil do rock and roll. Este estilo, que tem como grandes exemplos Dick Dale e os Surfaris nos EUA e os Shadows, caracterizou-se por tempos musicais rápidos, percussão inovadora e sons de guitarra com reverbs e ecos. Grupos da Costa Oeste norte-americana como The Beach Boys e Jan and Dean reduziaram a velocidade dos tempos musicais e adicionaram harmonias vocais que criaram aquilo que ficaria conhecido como o "California Sound".

Folk rock
A cena folk foi feita de amantes da folk music que gostavam de instrumentos acústicos, de canções tradicionais e de blues com uma mensagem socialmente progressista. Bob Dylan encabeçou o movimento musical e levou a um grande público canções como "Blowin' in the Wind" e "Masters of War", chamadas de "canções de protesto".

Rock psicodélico
A música psicodélico surgiu dentro da cena folk, quando o grupo The Holy Modal Rounders popularizou o termo em 1964.
Na Inglaterra, o grupo Pink Floyd vinha desenvolvendo desde 1965 o rock psicodélico dentro da cultura underground local. Em 1966, surgiu a banda Soft Machine o cantor Donovan emplacou "Sunshine Superman", canção influênciada pela folk music, que se tornou uma das primeiros gravações pop psicodélicas. Em agosto daquele ano, os Beatles lançaram Revolver, álbum caracterizado pela psicodelia nas faixas "Tomorrow Never Knows" e "Yellow Submarine", assim como a memorável capa do disco. Ao mesmo tempo, nos EUA, os Beach Boys "respondiam" com o LP Pet Sounds. A partir de uma bagagem cultural blues rock, o grupo Cream estreou em dezembro e Jimi Hendrix fazia sucesso em terras britânicas antes de retornar para o solo norte-americano.

Rock Progressivo
As bandas de rock progressivo foram além das fórmulas estabelecidas dentro do rock e passaram a experimentar diferentes instrumentos, tipos de canções e formas musicais. Algumas bandas como Beatles, Eric Burdon & The Animals, Pink Floyd, Moody Blues e Procol Harum experimentaram novos instrumentos que incluindo seções com instrumentos de sopro e orquestras. Muitas dessas bandas caminharam das convencionais canções de três minutos em direção a composições mais longas, com acordes cada vez mais sofisticados.
As bandas de rock progressivo tomavam emprestado idéias musicais da música clássica, do jazz, da música eletrônica e da música experimental. Suas canções variavam de uma belas e exuberantes melodias para atonais, dissonantes, e complexas harmonias. Poucos grupos atingiram grande sucesso comercial, mas muitos formaram uma legião de seguidores, entre os quais, Pink Floyd, Yes, Marillion, Rush, Jethro Tull, Genesis e alguns outros grupos menos notáveis que foram capazes de alavancar a complexidade de suas canções no bojo de sucesso convencionais, angariando um público maior.

Glam rock
O Glam rock emergiu de dentro das cenas psicodélica e art rock britânicas no final da década de 1960, capitaneado por artistas como T. Rex, Roxy Music, Steve Harley and Cockney Rebel e David Bowie, tirando o David Bowie o resto é bem novo pra mim!

Hard rock e heavy metal
Uma segunda leva de bandas de rock britânicas e norte-americanas se tornou popular durante o início da década de 1970. Grupos como Scorpions, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, Kiss, AC/DC, Deep Purple, Queen, Alice Cooper, Judas Priest, Status Quo, Aerosmith, Black Sabbath e Uriah Heep intensificaram o modo de tocar, conduzindo suas guitarras rumo ao hard rock.
Este sub-gênero pereceu em direção a imitação caricatural no final daquela década. Muitos de seus adeptos lançaram álbuns mais próximos do rock progressivo ou até da disco music. Poucas bandas - entre elas, Kiss, Black Sabbath, Queen, AC/DC, Led Zeppelin, Aerosmith e Rush - mantiveram um número significativo de fãs e ocasionalmente empalcaram sucessos comerciais.

Arena rock
As origens do arena rock podem ser encontradas nos grandes concertos de bandas como Kiss, The Beatles, The Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who e Black Sabbath que "criaram a base para performances ao vivo em grandes estádios e arenas ao redor do globo." [10] O estilo em si, porém, foi criado por artistas como Boston, Styx, Foreigner, Journey, Queen, Kansas, Peter Frampton e - em sua "era Phil Collins" - Genesis. Estes grupos continuariam a "lotar os maiores estádios do mundo durante a maior parte da década de 70) e mais além" e ajudar a popularizar o arena rock nos anos oitenta.
Essa popularidade atingiu o ápice na primeira metade da década de 1980, com bandas como Heart, REO Speedwagon, Cheap Trick, Asia, Bon Jovi, Kiss e Aerosmith.

Punk rock
Principalmente em seu início, o punk britânico tinha como objetivo central ulttrajar e se chocar o sistema vigente. Clássicos dos Sex Pistols como "Anarchy in the UK" e "God Save the Queen" abertamente afrontavam o sistema político e os costumes sociais britânicos. "O punk foi uma completa revolta cultural. Foi uma grave confrontação com o lado obscuro da história e da cultura, com as fantasias da direita, com os tabus sexuais, uma investigação de maneira minuciosa que nunca havia sido feito antes por qualquer geração".
A partir da década de 1980, o punk rock evoluiu para muitos sub-gêneros. O primeiro deles é o movimento underground hardcore punk, nascido na América do Norte. O novo som era caracterizado inicialmente por tempos extremamente acelerados, canções curtas, letras baseadas no protesto político e social, revolta e frustrações individuais, cantadas de forma agressiva. Os principais expoentes desta vertente punk foram os gruposn Black Flag, Minor Threat e Bad Brains. Este estilo se fundiu com vários gêneros e sub-gêneros, alguns dos quais experimentaram sucesso comercial, como skate punk, hardcore melódico e metalcore.
Desde sua popularidade inicial na década de 1970 e interesse renovado surgido por uma reflorescimento na década de 1990, o punk rock continua sua luta para permanecer como uma forma underground de expressão anticorporativa.

New Wave
O punk rock atraiu devotos dentro de escolas de artes norte-americanas. Logo surgiram bandas com abordagens mais letradas e artísticas, como os Talking Heads e o Devo, que começaram a se infiltrar na cena punk. Em alguns círculos, o termo New Wave começou a ser usado para descrever e diferenciar estas bandas abertamente "menos" punk.

Pós-punk
Paralelamente a New Wave, o pós-punk desenvolvia-se como uma conseqüência natural do punk rock. De certa forma, o movimento estava preso ao punk rock. Apesar de alguns virem um intercâmbio com a New Wave, o pós-punk foi tipicamente mais desafiador e artístico.
Predominantemente um fenômeno britânico, o sun-gênero seguiu nos anos oitenta com maior exposição comercial no Reino Unido e no exterior, mas a banda mais bem sucedida a emergir da era pós-punk foram os irlandeses do U2, que até o final daquela década se tornariam uma das maiores bandas no mundo.

Glam metal
Uma das marcas das bandas de glam metal era o visual exagerado; na imagem, o grupo Twisted Sister.
Na década de 1980, o rock popular se diversifou. Este período também viu uma Nova Onda do Heavy Metal Britânico ganhar popularidade com bandas como Iron Maiden e Def Leppard. A primeira metade daquela década viu Eddie Van Halen realizar inovações musicais com a guitarra, enquanto os vocalistas David Lee Roth (do Van Halen) e Freddie Mercury (do Queen, tal como havia feito durante toda a década de 1970) estiveram na linha de frente dos artistas mais performáticos. A banda mais conhecida delas -mas formada nos anos setenta-, Kiss. Ficaram conhecidos pelo estilo de vida excessivo, que se refletia no vestuário, na maquiagem e nos cabelhos espalhafatosos. Suas canções também eram geralmente focadas na tríade sexo, bebidas e drogas.

Rock alternativo
O R.E.M. romperam a cena rock mainstream com execuções nas rádios universitárias, concertos e constituição de uma base fiel de fãs.
As primeiras bandas de rock alternativo - R.E.M., The Feelies e Violent Femmes - combinaram suas influências punks com outras de folk music e do rock mainstream

Década de 1990

Grunge: não foi um estilo de música, mas sim um nome para o movimento que trazia diversas bandas sem um estilo definido. A principal banda desse estilo era, o Nirvana, tinha um som voltado para o punk. Bandas como Soundgarden e Alice in Chains tinham um estilo mais inspirado no metal e no hard hock, Pearl Jam puxava mais para o lado do hard rock, rock clássico e rock alternativo. Outras bandas como Stone Temple Pilots, Bush e Silverchair chegaram no mainstream depois da consolidação do movimento Grunge. Muitas dessas bandas atingiram o 1º lugar nas paradas no mundo todo e até hoje vê-se influências desse movimento em bandas como Everclear e Seether.
As bandas mais importantes dos anos 90 foram os guns roses e o nirvana bandas polemicas que conquistaram uma legião de fãs.
Nessa década, foram criadas diversas nomenclaturas para o rock, mas nenhuma aqui mais forte do que o Grunge, pelo menos para mim!

Década de 2000

Com o pop dominando as paradas, o rock parecia ter perdido a força. No entanto uma nova vertente do estilo, mais consciente sobre a relação do rock e a diversidade da música surgiu, demonstrando toda a vitalidade do ideal do "rock" que insiste em não morrer. Grupos com influências diversas se dividiram entre aqueles que eram excessivamente influenciados por outros estilos de música e aqueles que preferiam manter a crueza dos fundamentos. Tendo em comum, porém a aceitação da heterogeneidade e a exaltação da história trilhada pelo rock até então, motivo pelo qual muitas das bandas surgidas nessa época serem acusadas de apenas "requentar" fórmulas já expostas por outras bandas.
Uma das bandas que comumente é associada a esse período é The Strokes. Porém o título de "salvadora do rock" é impreciso uma vez que a banda não se impôs como um novo paradigma. No entanto, trouxe a tona o hábito, por parte da mídia e do marketing, de eleger aquele que deveria segurar as rédeas do meio cultural do rock, o que eventualmente acaba não acontecendo.
No outro lado da questão, algumas bandas surgiram e se estabeleceram distante de círculos hypados dos jornais de Londres e das pistas de dança modernas. Algumas delas são: Queens of the Stone Age e The Mars Volta.




O Rock no Brasil
Numa época em que a Bossa Nova predominava, o rock desembarcou no Brasil no início da década de 1960. Os primeiros sucessos de rock genuinamente brasileiros foram "Banho de Lua" e "Estúpido Cupido", da cantora Celly Campelo, no começo daquela década. Ainda nos anos sessenta, surgiu a Jovem Guarda, primeiro movimento do rock no país e de sucesso entre boa parte da juventude brasileira. Inspirado nas letras românticas e no ritmo acelerado padrão nos EUA, o gênero se popularizou em terras brasileiras através de cantores como Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.
No final da década, o grupo Mutantes misturou o rock à diversidade da música brasileira. Foram também os primeiros a serem conhecidos no exterior. Décadas mais tarde, seriam redescobertos e mais cultuados internacionalmente. Na virada para a década de 1970, surge no cenário rock brasileiro nomes como Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados.
Na década seguinte, o rock brasileiro seguiu um caminho com uma temática mais urbana e cotidiana. Entre os principais destaques comerciais, estavam bandas como RPM, Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso. Na virada daquela década, a banda brasileira Sepultura - apesar de não estar ligada ao cenário rock do país - se torna um dos principais nomes do heavy metal no Brasil e de destaque no mundo. Nos anos 90, outros ritmos e estilos ganharam total espaço na mídia nacional, obscurecendo ótimos grupos que surgiram no país. O mercado está praticamente fechado para o rock’n’roll, que anda encontrando sérias dificuldades para continuar existindo na cultura brasileira. Ainda assim, grupos como Raimundos e Angra , apesar de o primeiro ser punk e o segundo power metal,ainda estão abrindo espaço para os que ainda devem surgir. O grupo Angra, sem dúvidas, atualmente, é um dos maiores representantes do power metal, não só no Brasil, mas, em todo o mundo, sendo muito bem aceito na Europa e no Japão com o albúm Angels Cry , considerado por muitos o melhor álbum da banda, que obteve ótima repercussão tanto no Brasil como no exterior (principalmente no Japão, onde a banda alcançou uma marca de mais de 100 mil cópias vendidas), graças à inteligente mistura de heavy metal e música clássica, sonoridade que marcou o estilo da banda. Devagar e sempre, o rock continua a desenvolver-se por aqui, chegando até mesmo a ter representantes do black e death metal brasileiro, que já são conhecidos no mundo todo. No Brasil, vale destacar ainda Pitty, Shaman, Hangar, Korzus, Tuatha de Dannan, Hibria, Torture Squad, Eterna entre outras que estão se destacando no cenário do rock nacional. Mesmo tendo voltado à condição de underground, que sempre lhe foi característica, o rock continua forte em todo o país, onde encontra apoio dos fãs e da mídia especializada



[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 6:29 PM


Quinta-feira, Julho 02, 2009

Walkman – Trintão como eu!

O primeiro reprodutor de música portátil do mundo, o Walkman chega aos 30 anos em 2009 como um aparelho totalmente obsoleto, mais como um ícone dos anos 80 e como precursor de toda a geração de tocadores de música portáteis.



Quando surgiu no mercado, em 1º de julho de 1979, o walkman foi uma revolução, pois permitia ouvir música "em qualquer lugar e a qualquer hora", como anunciava o slogan da Sony.
Pouco restou deste pequeno player de música, que precisava de pilhas descartáveis para funcionar, e com o tempo evoluiu para modelos muito menores, mais leves, coloridos e com bateria de lítio.
Durante essas 3 décadas houve uma grande evolução partindo do tocador de rádio que envolvia a cabeça num fone, para um aparelho que utilizava a fita cassete, para o famoso “DiscMan” o moderno tocador de rádio e CD, e ainda uma versão com muito sucesso no Japão tocava MD (minidiscos) – esse não pegou muito por aqui – um tipo de disquete que armazenava as músicas.


Primeira versão - inusitado!


Discman - o disco pulava muito, lembram?



Reprodutor de MD


RE-Evolução

O primeiro iPod chegou ao mercado em 2001 e já utilizava um sistema de armazenamento de áudio em mp3 e hoje mp4

Quem inventou e quem aprimorou?
Há uma grande discussão que se prolongou todo esse tempo, acerca do PAI do walkman... A Sony reivindicou por anos esse rótulo, porém um Alemão patenteou antes em 1977, na Itália e depois de muita briga judicial, a marca japonesa foi obrigada a pagar royalties ao então reconhecido inventor Andreas Pavel.
Hoje quem manda no mercado dos sons portáteis é a Apple.

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 9:49 AM


Quarta-feira, Julho 01, 2009

Ahhh como esse mundo é louco!!

Tantos anos se passaram desde que Michael Jackson fez muito sucesso! Os tempos agora eram de tentativa de retorno, frustrada antes mesmo de se concretizar...

Seria toda a sua ansiedade por reconhecimento que matou Michael?
Seria toda a fragilidade gerada por anos e anos de tratamentos para se modificar?
Seria a falta de aceitação de si e depressões constantes??

Michael Jackson era só um menino, e eu nem tinha nascido quando o Jackson Five fazia sucesso mundial.

Ter um pai louco, pode ter gerado diversos traumas, mas não é justo culpá-lo sistematicamente por todos os problemas do filho tão louco quanto.

Agora, após anos de decadência e bizarrices, santificam-no os novos e imediatos fãs. Fãs esses que aderiram à causa por dó, por "onda" e pelo simples movimento generalizado do mundo pós moderno das celebridades emergentes e decadentes.
Claro que eu acredito que Sir. Michael Jackson sofria realmente, era bom realmente, tinha ritmo realmente.

Mas deixou há muito uma coisa de lado, o que lhe levou ao túmulo, me confundo se precoce ou tardio (?): a REALIDADE FUGIU-LHE.

Ele vivia em Neverland, ele vivia no mundo da fantasia e tinha o desejo de ser Peter Pan, de nunca crescer e por isso talvez a proximidade com pequenas crianças, para extrair delas aquilo que lhe tiraram: a infância e a pureza.
Claro que oportunistas acusaram-no, pedofilia era a nova maneira de trazer à tona seu nome, pejorativamente, como desde que decidiu ser branco.

As declarações são tão vazias, existe muita exploração massante do fato em si.
E os declarantes póstumos insistem em dizer: "era o Astro do POP, o principal, o melhor, sua música jamais morrerá" SIM caros navegantes, jamais morrerá pelos seus fãs leais e verdadeiros, que hoje se tornam de difícil distinção.

Vou fazer aqui uma breve comparação, triste pelo fim, aliviada pela paz que o tão sofrido menino negro finalmente encontrará... na terra do nunca.


Só uma criança - feliz.


O início das mudanças - Bicolor


Aqui ASTRO - Ainda parecia feliz....


Bizarro e Infeliz - nítidamente


Adeus - a caminho da PAZ...
1958 !
2009 .
Nas cenas dos próximos capítulos, vejamos mais escândalos e acompanhemos as pessoas se degladiarem pelo poder, pelo dinheiro.
Esse mundo é realmente muito louco...............


[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 2:55 PM


Segunda-feira, Junho 22, 2009

Vou criar um blog novo, logo eu dou o endereço para vocês

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 11:57 PM


Sem Saco para Embalagem - Revista Vida Simples

Ao voltar das compras do mercado, repare na quantidade de lixo que você gera ao retirar tudo das embalagens para guardar a comida no armário. É muita caixa, pacote, saco plástico, tudo vazio, jogado fora. Foi assim que, ao chegar em casa com as compras, a inglesa Catherine Conway teve uma ideia bem sacada enquanto retirava o arroz da embalagem: uma loja que vendesse tudo a granel. Nada de pacotes. Abriu então a Unpackaged, em Londres (http://beunpackaged.com ). O lugar parece um armazém de bairro, daqueles do início do século passado. Os clientes levam suas embalagens de casa e colocam os alimentos ali dentro. Quem se esquecer – ou não tiver um contêiner adequado – pode levar a embalagem emprestada da loja, com o compromisso de devolvê-la depois. Só que daí a conta fica um pouco mais cara. “Funciona melhor se as pessoas descobrirem que podem economizar reaproveitando embalagens”, diz Catherine, que também se preocupa com a qualidade do que vende: só comida orgânica, fresquinha, que faz um bem danado. Para você e para o mundo.



Quando nós brasucas vamos nos conscientizar definitivamente??

Vejo nos mercados gente brigando porque agora a maioria vende as sacolinhas plasticas.. muita ignorância!
Precisamos de consciencia JÁ!

Boa semana a todos!

[] Comentáriospostado por: Tati Abdul 2:27 PM



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